O Technical Test Analyst (CTAL-TTA) é para quem quer ser referência nos testes mais complexos: desempenho, segurança, confiabilidade, análise de falhas e qualidade técnica além da interface. Você ganha capacidade de investigar a fundo o comportamento do sistema, diagnosticar gargalos, apoiar decisões de arquitetura e conversar de igual para igual com desenvolvimento e operações. O impacto na carreira é claro: você se torna o profissional que previne incidentes, evita crises em produção e protege a reputação do produto.
Benefícios diretos: repertório avançado em testes não funcionais e técnicos, maior valor percebido em projetos críticos, e vantagem competitiva para atuar como QA técnico, engenheiro de qualidade ou consultor.
Valores da Certificação
É esperado que a pessoa certificada esteja apta a:
- Reconhecer e classificar os típicos riscos associados à performance, segurança, confiabilidade, portabilidade e capacidade de manutenção dos sistemas de software;
- Fornecer elementos técnicos para o planejamento, projeto e execução de testes para mitigar os riscos de performance, segurança, confiabilidade, portabilidade e manutenção;
- Selecionar e aplicar técnicas de teste apropriadas para garantir que os testes forneçam um nível adequado de confiança, com base na cobertura do projeto;
- Participar efetivamente de revisões com desenvolvedores e arquitetos de software aplicando conhecimentos de defeitos típicos no código e na arquitetura;
- Melhorar as características de qualidade do código e da arquitetura, fazendo uso de diferentes técnicas de análise;
- Descrever os custos e benefícios esperados da introdução de tipos específicos de automação de testes;
- Selecionar ferramentas apropriadas para automatizar as tarefas técnicas de testes;
- Compreender as questões técnicas e conceitos na aplicação da automação de testes.
Ficha do Exame
Pré-requisitos: Qualificação para Exames CTAL
Idioma: Português-BR
Número de questões: 45
Tipo de questões: múltipla escolha
Tempo de Exame*: 120 min (estrangeiros: +25%)
Pontuação: 78 pontos (1 a 3 pontos por questão)
Aprovação: mínimo de 51 pontos (65%)
Distribuição das questões e pontuações:
| Capítulo | Questões | Pontuação |
| 1 | 2 | 2 |
| 2 | 8 | 17 |
| 3 | 7 | 14 |
| 4 | 13 | 21 |
| 5 | 5 | 13 |
| 6 | 10 | 11 |
(*) Ao final da prova, o candidato terá 10 minutos para transferir suas respostas para o gabarito.
Exemplo de Exame
Objetivos de Aprendizagem (LO)
- As tarefas do Analista Técnico de Teste nos testes baseados em riscos
- Tarefas de testes baseados em risco: TTA-1.2.1 (K2) Resumir os fatores genéricos de risco que o Analista Técnico de Teste normalmente precisa considerar. TTA-1.2.2 (K2) Resumir as atividades do Analista Técnico de Testes dentro de uma abordagem baseada em riscos para atividades de testes.
- Técnicas de teste caixa-branca
- Testes de instrução: TTA-2.2.1 (K3) Conceber casos de teste para um determinado objeto de teste, aplicando testes de instrução para alcançar um nível definido de cobertura.
- Teste de decisão: TTA-2.3.1 (K3) Conceber casos de teste para um determinado objeto de teste, aplicando a técnica de teste de decisão para alcançar um nível definido de cobertura.
- Teste de Condição/Decisão Modificada: TTA-2.4.1 (K3) Conceber casos de teste para um determinado objeto de teste aplicando a técnica de teste de condição/decisão modificada para alcançar cobertura total de condição/decisão modificada (MC/DC).
- Teste de condições múltiplas: TTA-2.5.1 (K3) Conceber casos de teste para um determinado objeto de teste aplicando a técnica de teste de condições múltiplas para alcançar um nível definido de cobertura.
- Testes API: TTA-2.7.1 (K2) Entender a aplicabilidade dos testes API e os tipos de defeitos encontrados.
- Selecionando uma técnica de teste caixa-branca: TTA-2.8.1 (K4) Selecionar uma técnica de teste caixa-branca apropriada, de acordo com uma determinada situação de projeto.
- Análise estática e dinâmica
- Análise Estática: TTA-3.2.1 (K3) Usar a análise de fluxo de controle para detectar se o código tem alguma anomalia de fluxo e para medir a complexidade ciclomática. TTA-3.2.2 (K3) Usar análise de fluxo de dados para detectar se o código tem alguma anomalia de fluxo de dados. TTA-3.2.3 (K3) Propor formas de melhorar a capacidade de manutenção do código através da aplicação de análise estática.
- Análise Dinâmica: TTA-3.3.1 (K3) Aplicar análise dinâmica para atingir uma meta específica.
- Características de qualidade para testes técnicos
- Questões gerais de planejamento: TTA-4.2.1 (K4) Para um determinado cenário, analisar os requisitos não-funcionais e escrever as respectivas seções do plano de teste. TTA-4.2.2 (K3) Dado um risco particular do produto, definir o(s) tipo(s) de teste não-funcional(ais) mais apropriado(s). TTA-4.2.3 (K2) Entender e explicar os estágios do ciclo de vida de desenvolvimento de software de uma aplicação onde os testes não-funcionais devem ser aplicados tipicamente. TTA-4.2.4 (K3) Para um determinado cenário, defina os tipos de defeitos que você esperaria encontrar utilizando os diferentes tipos de testes não-funcionais.
- Teste de Segurança: TTA-4.3.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de segurança em uma abordagem de teste. TTA-4.3.2 (K2) Explicar os principais aspectos a serem considerados no planejamento e especificação dos testes de segurança
- Teste de Confiabilidade: TTA-4.4.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de confiabilidade em uma abordagem de teste. TTA-4.4.2 (K2) Explicar os principais aspectos a serem considerados no planejamento e especificação dos testes de confiabilidade
- Teste de Performance: TTA-4.5.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de performance em uma abordagem de teste TTA-4.5.2 (K2) Explicar os principais aspectos a serem considerados no planejamento e especificação de testes de performance
- Teste de Manutenibilidade: TTA-4.6.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de manutenção em uma abordagem de teste
- Teste de Portabilidade: TTA-4.7.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de portabilidade em uma abordagem de teste
- Teste de Compatibilidade: TTA-4.8.1 (K2) Explicar as razões para incluir testes de coexistência em uma abordagem de teste
- Revisões
- Tarefas do Analista Técnico de Teste: TTA 5.1.1 (K2) Explicar por que a preparação da revisão é importante para o Analista Técnico de Teste
- Utilização de listas de verificação: TTA 5.2.1 (K4) Analisar um projeto arquitetônico e identificar problemas de acordo com uma lista de verificação fornecida no syllabus. TTA 5.2.2 (K4) Analisar uma seção de código ou pseudocódigo e identificar problemas de acordo com uma lista de verificação fornecida no syllabus..
- Ferramentas de teste e automação
- Definindo o Projeto de Automação de Testes: TTA-6.1.1 (K2) Resumir as atividades que o Analista Técnico de Testes realiza ao estabelecer um projeto de automação de testes. TTA-6.1.2 (K2) Resumir as diferenças entre automação baseada em dados e automação baseada em palavras-chave. TTA-6.1.3 (K2) Resumir questões técnicas comuns que fazem com que os projetos de automação não atinjam o retorno planejado do investimento. TTA-6.1.4 (K3) Construir palavras-chave com base em um determinado processo de negócio.
- Ferramentas de teste específicas: TTA-6.2.1 (K2) Resumir a finalidade das ferramentas para semeadura de falhas e injeção de falhas. TTA-6.2.2 (K2) Resumir as principais características e problemas de implementação de ferramentas de teste de performance. TTA-6.2.3 (K2) Explicar o propósito geral das ferramentas usadas para testes baseados na web. TTA-6.2.4 (K2) Explicar como as ferramentas apoiam a prática de testes baseados em modelos. TTA-6.2.5 (K2) Esboçar a finalidade das ferramentas usadas para apoiar o teste de componentes e o processo de construção. TTA-6.2.6 (K2) Esboçar a finalidade das ferramentas usadas para apoiar o teste de aplicações móveis
